Semana passada comecei a folhear o livro "A Revolução dos Bichos", de George Orwell, que é um daqueles livros de que eu sempre tinha ouvido falar, principalmente por causa do disco "Animals" do Pink Floyd (minha banda de rock favorita), mas que nunca tinha tido até então a oportunidade de ler uma só página. Fiquei impressionado logo de cara com aquela alegoria ali formulada, e mesmo sem um profundo conhecimento da metáfora política sobre a Rússia Stalinista a que o prefácio se referia, a leitura em si foi um iluminar de caverna para a corrupção do gênero humano (no caso, o gênero humano expresso nos animais), e devorei o livro em poucos dias (dedicando apenas o tempo entre o acordar e ir ao trabalho para lê-lo).
Seria chato descrever o livro aqui e começar uma discussão política, não é esse o ponto. Aliás não há ponto algum, afinal a proposta deste blog é não ter proposta alguma. Mas quem leu o livro (ou quem der um "google" nele), poderá facilmente entender do que o livro trata, e de como há corrupção onde há poder, e como o bicho homem, quando cheio de mundo em si torna-se vazio em todo o resto, e se vê escravo do mundo, este mundo do poder, do ter, do dominar, do enganar, etc, etc...
E nesta mesma semana eu fui assistir ao filme Melancolia, do Lars Von Trier. O filme mexeu bastante comigo, é uma experiência bem profunda, daquelas que só o cinema é capaz de oferecer (e só o cinema no cinema, mesmo, telona, escuridão, pipoca e tudo). Recomendo, um grande filme, do tipo que eu particularmente gosto muito, o que foge do padrão (eita, é um filme pensado lateralmente). E nas duas experiências culturais dessa semana - mais precisamente o livro e o filme - consegui achar uma forte relação entre as duas, embora histórias completamente distintas e emoções completamente diferentes. Ambas giravam em torno de mundo, apenas mundo, mas sempre com a ponta solta para uma ligação com o Pai. As duas histórias mostravam personagens absolutamente ausentados da presença de Deus - e com isso completamente suscetíveis ao mundo e à opressão do mesmo, da morte, do medo, do ódio, da ganância, etc, etc, etc...
No fim de tudo, a razão essencial de tudo, o sentido dessa coisa toda é uma só. A Verdade, o Caminho e a Vida tem um nome, Jesus. E o que há fora disso, como vemos no livro ou no filme, é o que estou chamando de mundo. E ter a oportunidade de apreciar estas obras de arte que produzimos com tanta fluência (nós, humanos, criaturas de Deus), é apenas mais uma oportunidade de abrirmos os olhos para a Verdade, e experimentarmos, ainda que como meros leitores ou parte de uma audiência no cinema, a angústia que seria viver longe de Deus, e ter compaixão de quem ainda não descobriu a Verdade - nessas horas dá vontade de largar tudo e sair abrindo os olhos de todos.
Talvez esse blog seja apenas o meu começo... aliás estou sempre começando no caminho, tropeçando, levantando, e continuando... esse é o caminho. Mas falaremos disso depois. Mas a cada queda, tenho estado com os ouvidos limpos para ouvi-Lo me chamar, dizendo "Vem e vê".
Sim... Ele está nos chamando o tempo todo, batendo à nossa porta. Agora mesmo está batendo aí, na sua porta. E Ele nos conhece como a ninguém. Sabe onde nos limitamos, onde erramos, onde protelamos... e Ele nos ama, sempre.
Para bom entendedor, meia palavra bas...
Bom, para primeiro post é isso mesmo... misturei tudo. Mas quero fazer isso sempre.
Fiquem com Deus, encontrem Jesus (está fácil achar), ouçam boas músicas, vejam bons filmes, tomem bons vinhos, amem ao próximo, e vamo que vamo...
E pra finalizar, hoje assisti ao filme "Ao Sul da Fronteira", do Oliver Stone... vale muito a pena ver... falo dele no próximo post, e sobre outras coisas...
Até a próxima
Wil
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sábado, 13 de agosto de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
O PENSAMENTO LATERAL
O pensamento lateral é...
Pelo Wikipedia: Pensamento lateral é definido quando se tem uma orientação ou um ponto de vista diferente na linha normal, ou seja, daqueles que em determinada média razoavelmente se poderia obter como fruto de determinado questionamento. Por exemplo: um professor em sala de aula solicitou aos seus alunos a soma de todos os números positivos e menores do que 100. Gauss, garoto, ainda antes de começar a fazer as contas, verificou que a soma dos N primeiros números inteiros é sempre dada pela formula 1/2 * (N + 1) * N, ou seja, ele utilizou o pensamento lateral para argumentar que a melhor maneira de obter a resposta era em um triângulo com 100 fileiras, cada uma com 100 pontos.
Por este blogueiro: Pensar na lateral é o exercício do ato de pensar na sua plenitude. É um convite a uma reflexão prolongada, filosoficamente saudável e reveladora do que se é. É estar ali, ó, e não estar.
A proposta deste blog é... ser lateral.Influenciar o ato de refletir, de pensar. E, como tal, não haverá receita. Ele começará assim, e como terminará? Não sei...
Minhas ideias, minhas paixões, meu bom humor, meu mau humor, minha fé, minha música, tudo será derramado aqui. Vamos ver o que é que dá.
Você que estiver de passagem por aqui, não deixe de marcar sua presença, de comentar, de fazer parte.
Abraços, fiquem com Deus e vamos lá!
Abraços
Pelo Wikipedia: Pensamento lateral é definido quando se tem uma orientação ou um ponto de vista diferente na linha normal, ou seja, daqueles que em determinada média razoavelmente se poderia obter como fruto de determinado questionamento. Por exemplo: um professor em sala de aula solicitou aos seus alunos a soma de todos os números positivos e menores do que 100. Gauss, garoto, ainda antes de começar a fazer as contas, verificou que a soma dos N primeiros números inteiros é sempre dada pela formula 1/2 * (N + 1) * N, ou seja, ele utilizou o pensamento lateral para argumentar que a melhor maneira de obter a resposta era em um triângulo com 100 fileiras, cada uma com 100 pontos.
Por este blogueiro: Pensar na lateral é o exercício do ato de pensar na sua plenitude. É um convite a uma reflexão prolongada, filosoficamente saudável e reveladora do que se é. É estar ali, ó, e não estar.
A proposta deste blog é... ser lateral.Influenciar o ato de refletir, de pensar. E, como tal, não haverá receita. Ele começará assim, e como terminará? Não sei...
Minhas ideias, minhas paixões, meu bom humor, meu mau humor, minha fé, minha música, tudo será derramado aqui. Vamos ver o que é que dá.
Você que estiver de passagem por aqui, não deixe de marcar sua presença, de comentar, de fazer parte.
Abraços, fiquem com Deus e vamos lá!
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